Política: Jaime Ramos defende que esplanadas devem abrir de imediato

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O candidato à presidência da Câmara de Coimbra, Jaime Ramos, condena o abandono a que estão votadas as esplanadas do Parque Verde da cidade de Coimbra e defende que deve ser encontrada uma solução para que possam abrir de imediato.

O candidato pela Coligação Mais Coimbra (PSD, CDS, PPM e MPT) visitou o espaço acompanhado de Teresa Anjinho, candidata à Assembleia Municipal de Coimbra, e recordou o “movimento e a utilização e intensidade de animação que estas esplanadas tiveram ao longo dos últimos anos”, não compreendendo que se mantenham encerradas desde as cheias de janeiro de 2016.

Coimbra é hoje uma cidade negligenciada e claramente sujeita a maus tratos. E este é o local onde isso é mais claramente evidenciado”, sublinhou, lamentando que “as pessoas não tenham possibilidade de usarem o restaurante, os bares e as esplanadas”.

Para Jaime Ramos a solução passa por ter estas infraestrururas abertas já nesta primavera/verão. “O que pretendemos é que isto tivesse sido colocado a concurso e que estivesse aberto. É evidente que se no futuro se vierem a fazer melhorias muito bem, mas que neste momento sejam utilizadas e contribuam para aquilo que é a imagem da cidade, para a qualidade de vida das pessoas, para a economia local e para a criação de emprego”, frisou.

Sobre a proposta da Câmara de Coimbra de criação de um piso superior, que deverá ser analisada na segunda feira na reunião do executivo, Jaime Ramos considera que se trata de “promessas em ano eleitoral, para tentar tapar com uma peneira aquilo que é uma evidencia que é isto estar encerrado há dois anos, sem se compreender porquê”.

O candidato alertou ainda para mais “três aspetos que demonstram esta situação de negligência e maus tratos”, nomeadamente “o Rio Mondego assessorado e sempre com notícias de que agora vai ser feito um investimento para retirar areia e aprofundar; a Estação Parque da Lousã abandonada e vandalizada, bem como a linha da Lousã; e aqueles prédios da urbanização [Jardins do Mondego] que continuam inacabados, abandonados, uma péssima imagem para a cidade de Coimbra”.

Teresa Anjinho lembrou, por sua vez, que o Parque Verde é um “ponto a olhar e a trabalhar”, considerando que se trata de uma “porta de entrada da nossa cidade” que deve ser dignificada.