Plastubo aposta nas melhores soluções para canalização e saneamento

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Tudo o que é para canalização e saneamento a Plastubo tem”. Instalada no Parque Empresarial de Eiras, esta empresa comemorou 33 anos de existência na terça feira e continua a apostar num trabalho consolidado, que assegure ao cliente uma resposta integrada e as melhores soluções nesta área.

As melhores soluções para canalização e saneamento estão na Plastubo”. José Neves, que juntamente com Hugo Matos gere esta empresa que está a celebrar 33 anos de existência, considera que, nestes setores, a Plastubo tem a “melhor oferta”, assegurando todas as respostas de que o cliente precisa.

Nas amplas instalações, situadas no Parque Empresarial de Eiras, disponibiliza todo o tipo de tubos e acessórios para canalização e saneamento, numa oferta abrangente que vai do simples parafuso a uma gama diversificada de produtos que estão sempre a ser necessários no dia a dia, nas nossas casas ou empresas. “Tudo o que tem a ver com canalização, com condução de águas residuais ou potáveis, tratamento e aquecimento, a Plastubo tem”, realça José Neves.

Apesar de este ser o conceito que marcou toda a história da empresa, a Plastubo procurou contrariar a crise com novas respostas, abrindo-se a novos mercados numa tentativa de proporcionar ao cliente habitual uma nova oferta. Nesse sentido abriu, em Ceira, a Plastubo Farm, muito ligada ao conceito de quinta, e há cerca de um ano transferiu-a para Eiras, partilhando as instalações da Plastubo.

José Neves recorda que “os últimos anos foram de sobrevivência”, em que “mesmo empresas que tinham uma boa estrutura caíram” e em que “o dia a dia foi de alerta máximo perante as vendas, as compras e todo o tipo de gastos”.

José Neves e Hugo Matos juntaram-se ao sogro, Olivério Ferraz, na gerência da Plastubo há 14 anos, numa altura em que ainda se vivia o “rescaldo” de tempos de “fartura e abundância”. “Era o tempo do Euro 2004 e de projetos grandes como o Estádio, a ponte… o dinheiro ainda ia circulando. A partir daí foi queda livre até chegarmos a 2010/11, quando batemos no fundo. O país caiu. Foi um salve-se quem puder. Aí muitas empresas, até bem estruturadas, acabaram por fechar e nós tivemos que nos estruturar completamente para não cairmos”, recorda.

Os anos que se seguiram foram “anos de sobrevivência e luta”. José Neves considera, por isso, que é importante celebrar, todos os anos, o facto de “estarmos cá e de termos conseguido dar continuidade à empresa”. Foi precisamente isso que celebraram na terça feira, 4 de julho, feriado do Dia da Cidade, reunindo nas suas instalações colaboradores, clientes, fornecedores e amigos nas celebrações dos 33 anos da Plastubo.

É importante celebrarmos a continuidade, a existência e a persistência”, realça.

Olhar para o passado projetando o futuro

Os anos de crise obrigaram a empresa a “reinventar-se”. José Neves assume que não foram anos fáceis e que teria sido “muito fácil encerrar portas e abrir com outra designação”. Mas o objetivo nunca foi esse e a missão da sua equipa era “vincular a personalidade da Plastubo, que “é e será sempre a solução para a canalização”.

Em 2015 a gerência acabou por arriscar e decidiu abrir uma nova loja, em Ceira, na Estrada da Beira, mais direcionada para a vertente agrícola. A Plastubo Farm acabou, no entanto, por ser transferida daquelas instalações para a “casa mãe”, onde está há muito perto de um ano.

A Plastubo Farm resultou um pouco da necessidade dos tempos, para poder trabalhar outro produto, o que vai além da Plastubo”, explica.

Com entradas, balcões e espaço de exposição distintos da Plastubo, a Plastubo Farm veio, assim, complementar a oferta que a empresa disponibiliza ao cliente. Alfaias agrícolas, rações, adubos, equipamentos para animais, tratamento agrícola básico, parafusos, cadeados, grelhas, fogareiros, acendalhas, fósforos são alguns dos produtos que esta loja disponibiliza. A pensar numa resposta integrada, conta ainda com uma vasta oferta no setor da eletricidade e das tintas – numa representação das Tintas 2000.

Queremos assegurar uma resposta alargada. O nosso cliente típico é um instalador. É uma pessoa que faz trabalhos manuais e que, muitas vezes, também está ligada à agricultura. Portanto, são consumidores e procuramos ter tudo o que eles precisam, adequado a cada época do ano”, realça José Neves, acrescentando que houve sempre a preocupação de acompanhar esta oferta diversificada “de bons preços”.

O atendimento e acompanhamento personalizados fazem também a distinção na hora de escolher onde comprar. A equipa de seis profissionais, divididos pela Plastubo e Plastubo Farm, procura dar o necessário acompanhamento, seja no que toca à compra mas também na ajuda que é muitas vezes solicitada, de forma a que o cliente seja bem informado sobre o produto que está a adquirir.

A Plastubo orgulha-se de ter um cliente já fidelizado. De acordo com José Neves, o seu “principal concorrente e obstáculo é mesmo o próprio Estado, com todas as suas burocracias, exigências e sufoco que nos faz mensalmente e diariamente”.

Mercado começa a dar sinais positivos

Apesar dessa “luta” diária, começa, finalmente, a sentir-se um maior otimismo. “Chegámos a uma fase em que tudo era possível. Nunca se imaginou que pudessem mexer nas reformas ou baixar os ordenados da função pública e o Estado fê-lo”, recorda. Hoje parece haver, contudo, uma nova esperança. “A construção está a aumentar. Os próprios bancos têm mais abertura para crédito e nota-se que já se constrói mais”, sublinha José Neves.

A Plastubo está muito posicionada na área da reconstrução e trabalha com um produto que está sempre a ser preciso. Continua a apostar muito no conceito “faça você mesmo”, onde o cliente vem, compra o material e leva a explicação para o poder instalar. Isso é “uma mais valia” para esta empresa que tem sabido ultrapassar a crise, nunca “baixando os braços”.

Se olharmos para o passado, os 25 e os 30 anos da Plastubo também decorreram em alturas de crise. Independentemente disso é importante celebrar esta permanência com aqueles que estão connosco no dia a dia”, realça.

Nesta fase, a gerência pretende consolidar também a Plastubo Farm e, com esta resposta integrada, quer “estar sempre um passo à frente para responder da melhor forma aos clientes”.

A nossa ambição não é muito crescer. É estabilizar, estruturar e fazer com que as coisas sejam menos preocupantes ou que haja menos problemas diariamente. No fundo, queremos conquistar alguma tranquilidade que nos permita organizar e trabalhar de forma diferente, mas sempre com esta preocupação de assegurar o melhor aos nossos clientes”, sublinha.