Martins de Oliveira quer Previdência mais perto dos sócios e da comunidade

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Continuar a recuperar o património imobiliário, abrir uma delegação em Santa Maria da Feira, oferecer mais e novos serviços de saúde e continuar a melhorar o Jardim de Infância são algumas das prioridades da nova direção d’ A Previdência Portuguesa, associação mutualista que comemorou ontem (11 de janeiro) 89 anos de existência.

Empossados na passada sexta feira, os corpos sociais eleitos para o triénio 2018-2020 apostam num trabalho de continuidade que, como sublinhou o presidente António Martins de Oliveira, vai “trabalhar sempre a favor da instituição e em defesa dos seus associados”, com o objetivo de “desenvolver o espírito mutualista” e de afirmar mais a associação junto dos associados e da comunidade.

Reeleito para um terceiro mandato nas eleições de 14 de dezembro, Martins de Oliveira deu conta do trabalho que tem vindo a ser realizado nos últimos anos e anunciou alguns dos projetos que pretende desenvolver. A nova direção pretende, como explicou na cerimónia de tomada de posse, “continuar a investir no património imobiliário, para dar garantias aos associados”. Deu ainda conta que este é já “muito significativo”, assegurando rendas anuais na ordem dos 600 mil euros.

Aproximar-se mais dos associados das regiões de Ovar, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira, onde se encontram “cerca de 40 por cento dos associados”, é também um dos desejos da nova direção que, nesse sentido, prepara-se para abrir brevemente uma delegação naquela região.

Para breve está, também, a abertura de novas especialidades médicas, na Clínica Previdência Saúde, instalada numas instalações renovadas da sede desta associação mutualista, na Rua da Sofia, na Baixa de Coimbra. De acordo com Martins de Oliveira, “muitas especialidades vão começar este mês”, servindo não só os associados mas também a comunidade em geral.

O novo presidente da Mesa da Assembleia Geral, Luís Pais de Sousa, congratulou-se, por sua vez, pela “forma como decorreu o ato eleitoral desta instituição histórica”, que tem um “peso significativo em Coimbra, na região e no país”. Entende que “há sempre muito a fazer”, sendo intenção desta nova direção “continuar a bater-se por mais associados, por mais serviços mas, acima de tudo, pela defesa do mutualismo”, de forma a “construir uma associação cada vez mais forte”.

Com o lema “Por uma Mutualidade Viva”, a lista presidida por Martins de Oliveira obteve 243 votos, contra 162 votos da lista A, liderada por Arménio Bernardes, e 153 da lista C, encabeçada por Fausto Dinis. Foram assim empossados para a Assembleia Geral Martins de Oliveira, Ricardo Remédios Veloso, Hélder Simões de Almeida, Maria José Pimentel e António Herculano Cardoso. Para a Mesa da Assembleia Geral tomaram posse Luís Pais de Sousa, Vítor Abel Simões e José Dinis de Oliveira e para o Conselho Fiscal Pedro Paz Monteiro, Joaquim Moreira das Neves e Silvino Manuel de Lemos.