Segredo da Coimbra Business School passa por formar grandes profissionais

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Continuar com uma direção ousada, que aposte na qualificação da oferta formativa, na qualidade dos projetos científicos e pedagógicos e no acelerar da produção científica, é o grande desafio da nova direção do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC) – Coimbra Business School.

O novo presidente Pedro Costa e os vice-presidentes António Serra e Maria Georgina Morais foram empossados anteontem, terminando assim o ciclo de mudança no Instituto Politécnico de Coimbra (IPC), iniciado em julho de 2017. Apesar do novo ciclo que se abre, o projeto é de continuidade, como assegurou o novo presidente na cerimónia de tomada de posse, ao garantir que o mandato que agora inicia é “herdeiro assumido da visão estratégica que o Dr. Castelo Branco liderou e que colocou a nossa escola a admitir mais de 600 novos alunos em cada novo ano escolar”.

Pedro Costa considera que a designação Coimbra Business School trouxe mais valias para a escola, correspondendo ao seu “período mais dinâmico, mais inovador, mais eclético e mais prestigiado”, e, face ao crescimento e ao sucesso deste estabelecimento de ensino, revelou que “o segredo da Coimbra Business School é formar grandes profissionais para o mundo dos negócios”.

A “visibilidade, o prestígio e a competitividade desta escola para atrair bons alunos” deve-se, no seu entender, ao trabalho que aí é desenvolvido pelo conjunto de funcionários que se distinguem pela “vontade de evoluir e de fazer diferente”.

Não esconde, contudo, as “condições exigentes” que advém dos problemas demográficos do país, bem como dos problemas de financiamento no que toca ao ensino superior. Considera, também, que há problemas a resolver a nível interno, como o que se prende com o necessário crescimento das instalações, deixando o desafio ao IPC para que ajude a “tornar possível um projeto global de melhoramento e ampliação das instalações da escola”.

O novo presidente do ISCAC anunciou que o projeto que agora se inicia vai assentar em três eixos principais. O primeiro passa pela “captação de alunos internacionais” para os cursos aí lecionados; pela maior proximidade dos alunos e a adequação da formação oferecida às empresas que a pedem; pela preparação dos alunos para o empreendedorismo; pela aposta em novas áreas, como as Tecnologias da Informação e Comunicação, cursos direcionados para a área social e introdução de novas línguas; e pela expansão para Lisboa, Porto e Figueira da Foz. O segundo eixo aposta no aumento da produção científica do corpo doente e o terceiro, como já foi referido, na reabilitação e expansão do edifício.

Não há no IPC nenhuma escola mais empenhada do que a Coimbra Business School em contribuir para o crescimento e a afirmação do IPC como uma das melhores instituições de ensino superior em Portugal”, assegurou.

O presidente do IPC, Jorge Conde, agradeceu à equipa cessante, liderada por Manuel Castelo Branco, pela “grandeza e pela visão com que liderou esta escola, levando o seu nome pelo mundo”. Considera que esta será uma mudança “muito de continuidade” e está convicto de que a equipa agora empossada saberá “aproveitar o que de melhor está feito, fazendo mais e fazendo diferente quando assim o entenderem”. Defende que uma mudança “é sempre uma oportunidade para gerar novos caminhos” e está certo de que, em conjunto, todos irão construir “uma instituição mais coesa e mais solidária, mais ativa e liderante do território onde estamos implantados”.