Predial Rainha Santa celebra 33 anos com olhos postos no futuro

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A Predial Rainha Santa – Sociedade de Mediação Imobiliária, Lda, sediada na Avenida João das Regras, em Santa Clara, Coimbra, comemorou, na segunda feira (18 de junho), 33 anos. Um percurso longo, marcado por períodos de clara expansão mas também de grandes crises, que foi agora celebrado com afeto por todos quantos, direta ou indiretamente, estão ligados à empresa.

Em dia de festa, Ana Pires, gerente da Predial, traçou “um balanço muito positivo” destes 33 anos, considerando que “a proximidade com o cliente” continua a ser o elemento diferenciador num mercado cada vez mais competitivo. De “olhos sempre postos no futuro”, congratula-se com “os sinais positivos” da economia nacional, com reflexos bem visíveis no mercado imobiliário e que deixa antever “bons sinais” para os anos vindouros.

Determinada e nunca disposta a baixar os braços, Ana Pires recorda a grave crise que afetou o país em 2012 e que “abalou” fortemente o mercado imobiliário e a construção mas, mantendo-se sempre otimista, enaltece as boas oportunidades de negócio que daí advieram. “Das crises nascem sempre novas oportunidades e nós ficámos melhor depois de 2012 do que estávamos antes”, sublinha, dando conta que as dificuldades então surgidas obrigaram a Predial a “apostar em novos mercados, a ir à procura de novos investidores e a investir muito na reabilitação urbana”.

Essa aposta trouxe muito trabalho mas garantiu a sustentabilidade da empresa que, diversificando as respostas, foi ao encontro de clientes e investidores novos e antigos. Apostando numa filosofia diferenciadora, apresentou-lhes um novo produto, que assentava na compra de edifícios antigos e na sua recuperação e revitalização. Neste processo, a Predial tornou-se um parceiro ativo, assumindo a responsabilidade da obra, equipamento e gestão do imóvel. Neste momento, de acordo com Ana Pires, a Predial administra “mais de 100 apartamentos”, num trabalho que tem merecido a confiança de cada vez mais clientes, muitos deles estrangeiros.

Coimbra precisa de mais imóveis para oferecer

Com o mercado imobiliário a “mexer”, começam já a faltar imóveis para comercializar. “Neste momento, nós precisamos é de imóveis para vender porque o mercado usado está-se a esgotar, o novo ainda é muito deficitário e faltam-nos imóveis para dar resposta”, realça Ana Pires.

A gerente da Predial explica que, a pensar sobretudo no público estrangeiro, a empresa tem já duas pessoas a trabalhar de Coimbra a Aveiro e outras duas a operar da Nazaré à Figueira da Foz, no sentido de “encontrar soluções para os turistas estrangeiros que queiram vir viver para o nosso país”.

Coimbra não tem, neste momento, imóveis para oferecer. Precisamos de mais construção”, assume, apesar de, atualmente, a empresa ter “uma carteira de imóveis significativa, com cerca de 900 proprietários fidelizados”.

Consciente de que o setor mudou muito nos últimos anos, a Predial Rainha Santa continua a ter como lema “Um futuro com história”. Ana Pires diz que, atualmente, “há mais clientes” mas também “mais concorrência”, o que faz com que o desafio seja também maior. Com uma equipa de 16 profissionais, a empresa “está pronta para a luta” e continua a fazer da proximidade com o cliente um elemento diferenciador. “A nossa aposta é que cada cliente traga um amigo e que saia daqui satisfeito, porque a nossa casa é a casa dos clientes”, frisa.

Predial quer abrir novo espaço até ao final do ano

Com o mercado a crescer, a Predial Rainha Santa – Sociedade de Mediação Imobiliária, Lda prepara também novas respostas. Para além dos comerciais que estão já a cobrir a região do Litoral, pretende inaugurar, até ao final do ano, um novo espaço comercial na zona de Aveiro ou da Nazaré, estando a analisar ainda qual será a melhor localização.

Está também a apostar na internacionalização, tendo já uma comercial luso descendente a trabalhar no mercado francês. Coimbra é uma cidade com características muito especiais a nível do mercado imobiliário, que tem atraído novos investidores, o que obriga a pensar em novas respostas. De acordo com a gerente da empresa, Ana Pires, há cada vez mais estrangeiros a investir em Portugal, seja em compra ou arrendamento de imóveis. Os franceses parecem estar em maioria, também fruto da promoção que a empresa fez, no ano passado, na Feira de Versailles, de onde trouxe “uma carteira de clientes muito boa” que tem investido em Portugal.

Mas, apesar da aposta na expansão e deste “abrir de novas portas”, Coimbra continua a ser o principal mercado da Predial. Ana Pires congratula-se com as mudanças positivas que se têm verificado na cidade, considera que “a Baixa está muito melhor, a nova avenida veio trazer uma dignidade diferente à cidade e o turista vem e gosta daquilo que vê”. Mesmo continuando a haver muito a fazer, reconhece “o trabalho que a autarquia tem feito em prol da cidade”, considerando que foram executadas obras muito benéficas, como a reabilitação da Praça das Cortes. Espera que estes sinais positivos se mantenham e que continue a ser desenvolvido um bom trabalho, que beneficie a todos e que faça de Coimbra uma cidade que conquiste “o carinho e afeto de todos”.