Plastubo comemora 34 anos no Dia da Cidade de Coimbra

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A Plastubo comemora na quarta feira, Dia da Cidade de Coimbra (4 de julho), 34 anos de vida. Sediada no Parque Empresarial de Eiras, esta empresa que se dedica ao comércio a retalho de todo o tipo de tubos e acessórios para a canalização e saneamento, aquecimento, materiais para piscinas, rega agrícola e doméstica vai juntar, uma vez mais, colaboradores, clientes, fornecedores e amigos neste dia de celebração.

O convívio começa às 12h00, nas instalações da empresa, e, ao mesmo tempo que pretende celebrar a longevidade da Plastubo, serve também para promover o convívio e a confraternização entre todos aqueles que, direta ou indiretamente, fazem parte da vida da empresa e partilham o seu dia a dia.

Aproveitamos sempre o feriado do 4 de julho, Dia da Cidade, para convidarmos clientes e fornecedores de todo o país para se associarem a este convívio”, realça José Neves que, juntamente com Hugo Matos, assume a gerência da Plastubo. Será, como habitualmente, uma festa simples, onde não vai faltar a boa gastronomia e o ambiente de celebração durante toda a tarde.

Fazer desta uma celebração anual, que faça parte do calendário de iniciativas da empresa, é o desejo de José Neves. “Cada vez mais queremos que este seja um dia tradicional, anual, que os clientes reconheçam como o dia do convívio da Plastubo, onde temos todo o gosto de reunir clientes, fornecedores e amigos”, realça.

As celebrações dos 34 anos permitem também, como explica, “alicerçar e criar outro tipo de relação com o cliente, que faça a diferença durante o ano”. Num mercado cada vez mais competitivo, José Neves considerada que “é a diferenciação que leva à fidelização do cliente” e, neste já longo percurso, a Plastubo orgulha-se de ter um leque de clientes fidelizados a quem procura apresentar sempre as melhores soluções.

A diferenciação passa muito pelo atendimento personalizado. Essa foi sempre uma das nossas maiores apostas. Com o conhecimento que a nossa equipa foi adquirindo ao longo dos anos, procuramos ajudar o cliente a resolver os seus problemas, apresentar-lhes as soluções de que precisam e, caso não a tenhamos, procuramos encaminhá-lo para onde a pode encontrar. Procuramos que não saia daqui ninguém sem ter o problema resolvido e isso faz alguma diferença na hora de escolher”, assegura.

O atendimento personalizado e a relação de grande proximidade com o cliente continuam a marcar a forma como a Plastubo se posiciona, estando também permanentemente atenta às mudanças e inovações que vão surgindo no mercado, para poder estar apta a dar sempre a melhor resposta.

Com o lema “As melhores soluções para canalização e saneamento estão na Plastubo”, a empresa disponibiliza todo o tipo de tubos e acessórios para canalização e saneamento, numa oferta abrangente que vai do simples parafuso a uma gama diversificada de produtos que estão sempre a ser necessários no dia a dia, nas nossas casas ou empresas. “Tudo o que tem a ver com canalização, com condução de águas residuais ou potáveis, tratamento e aquecimento, a Plastubo tem”, assegura José Neves.

A esta oferta junta-se também, nas mesmas instalações, a Plastubo Farm, projeto que nasceu em Ceira mas que foi transferido depois para a “casa mãe” e que aposta mais num conceito de quinta, disponibilizando uma vasta gama de produtos agrícolas e de jardim.

Sinais de retoma exigem cautela

José Neves recorda que os últimos anos foram de muita luta e preocupação. A crise “não poupou ninguém e ainda a andamos a pagar”, assume, considerando que é com grande cautela que olha agora para os sinais positivos que começam a surgir. “Parece que estava tudo mau e, de repente, ficou tudo bom. Sabemos que nada funciona assim. Vê-se mais movimento, mais crédito, mais confiança mas é preciso ter muito cuidado para não se voltar a cair no facilitismo”, alerta.

José Neves lembra que a economia é feita de ciclos e “não podem haver distrações porque sabemos o quanto isso pode custar”, por isso é importante continuar a trabalhar com “muita cautela”.

O gerente da Plastubo recorda que a crise levou a empresa a “virar-se muito para o consumidor final, apostando muito na venda direta”, de forma a não estar dependente da obra pública. Atualmente, “mais de 60 por cento da venda mensal é venda direta”, o que, como explica, “permite uma maior liquidez”.

Precisamos de dinheiro todos os dias e só isso é que nos pode garantir a desejada estabilidade financeira. A liquidez é essencial e obriga-nos a ter muito cuidado. Quanto mais depressa tivermos o dinheiro melhor, até porque uma venda só está concluída quando o dinheiro entra em caixa”, realça. Ensinamentos que, como explica, foram aperfeiçoados com a crise, em vários anos de uma “luta constante pela sobrevivência, de muita cautela e sem entrar em grandes euforias, e que nos permitiu continuar o nosso percurso”.

E é esse percurso, feito de lutas e conquistas, que vai ser novamente celebrado na quarta feira, 4 de julho, com mais um grande convívio, onde todos poderão cantar os parabéns e felicitar a Plastubo pelos seus 34 anos.