OPINIÃO

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RE/LER E FALAR DE JOAQUIM NAMORADO

Li a reflexão preocupante que o Professor RUI NAMORADO faz no seu blogue O GRANDE ZOO a propósito de uma sondagem para as europeias em França. Os “macronianos” seguem na frente com uma percentagem ínfima sobre a Senhora Le Pen. Recomendo a leitura deste texto (UMA TRAGÉDIA FRANCESA VERNIZ DE MUDANÇA NUMA COSMÉTICA CONSERVADORA é o título-síntese dado pelo autor). ainda a saber, neste blogue, que o poeta JOAQUIM NAMORADO vai ser evocado, nesta sexta

“Gira o disco e toca o mesmo…”

A cidade vai despertando aos poucos a sua rotina operária e estudantil, aquela que lhe dá ânimo e vida. Chegado o mês de setembro é já com saudade que qualquer um se lembra do “Meu querido mês de agosto…”. Depois de uma pausa merecida, “férias” como lhe chamam, tudo volta ao quotidiano de uma vida em que o tempo não para, voltando a preencher as vilas e cidades de um stress que se voltará a

TESTEMUNHOS: A senhora dos gatos

Vivo há muitos anos no mesmo bairro. Ainda me recordo dos silêncios do princípio e da paisagem deslumbrante sobre o Mondego que lobrigava da minha varanda. Quase tudo se conhecia a quase todos. Hoje entro e saio do elevador e encontro, em cada dia, a cada hora, gente diferente, a quem se dá o «bom dia» e se obtém ou não resposta, consoante os humores

Nota de Rodapé

A CAMINHO DA ESCOLA As nossas crianças e adolescentes preparam-se para regressar ao lugar onde passam a maior parte do ano: as escolas. Espaços de estudo, de brincadeiras, de amizades, de aprendizagens – positivas e negativas – que aos poucos os devem formar e preparar para enfrentar as vicissitudes da vida. É, na escola, que se cavam os primeiros traços de personalidade, as experiências

Sobre a pintora Helena Toscano

Esta artista fez parte do período brilhante da pintura em Coimbra, por volta dos anos 50 e 80 e picos do século XX. Foi um regimento de nomes sonantes. Parte deles desaparecidos e que revolucionaram a arte e a cultura da cidade. Toscano não perdeu o seu fio poético no desenho e retomou-o sempre, embriagada pela leveza dos seus pincéis que escorreram pequenas maravilhas na excelente bagagem

Este outro postal de férias

Pouco passava das dez da manhã. No calendário afigurava-se o fim do mês de agosto. A partir do varandim da aprazível biblioteca da Praia da Tocha, suspendemos as leituras que ali nos levara, ao darmos conta de um movimento rodoviário que se fazia sentir ao longo da avenida. Contámos. Eram sete, sete carrinhas identificadas, pertenças da APPACDM de Coimbra que ali estacionaram em frente, transportando à volta de cem utentes que iriam participar nos campos

Tertuliar

Regressamos aos postais e partilhamos uma peculiar tertúlia que nos reuniu no Choupal. O desafio era uma caminhada em modo lentificado, visando ampliar o nosso grau de perceção de sons, aromas e texturas com que a Natureza nos ia brindando. Sem cronómetro e seguindo o ritmo de cada um, tínhamos como “meta” a mesa selecionada para merendar e aí tertuliar (um pequeno relembrete: piquenicar é tertuliar!). Aos

HOMENAGEM AO PROF VÍTOR SEIXAS EM MIRANDA

Amanhã é evocado em Miranda do Corvo o professor VÍTOR LEONEL SEIXAS GOMES. Natural de Castro Daire o referido professor foi para aquela vila nos anos quarenta e dedicou-se com afeto e produtividade não só ao ensino que foi a sua principal missão, mas a atividades de relevo: em concreto o comando dos Bombeiros Voluntários e ainda a direção da Biblioteca Itinerante Calouste Gulbenkian uma novidade que levou livros a recônditas aldeias e lugares e

“Modo desastre”

Queridos leitores, façam o favor de se preparar porque se vão rir! Às vezes (demasiadas vezes) a Clarinha entra em “modo desastre”… Imaginem o seguinte… a Clarinha entra no edifício onde tem a sua sede uma grande empresa multinacional americana. Encaminha-se para o segurança e pede autorização para ir ao 2.ª andar. Dirige-se para o elevador e depois de olhar, com

NOTA DE RODAPÉ

RESCALDO DO VERÃO: INCÊNDIOS – UMA FESTA BRAVA! Depois de um julho fresco e húmido desfizeram-se as dúvidas. Veio o verão e com ele os muito desejados incêndios florestais já habituais e que desde 25 de Abril torram as nossas florestas, para contentamento da malta que vive do negócio do fogo e daqueles que se sentam nos cafés a beber minis e a deitar bitaites sobre a vida alheia. Desta