OPINIÃO

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É PRECISO DESASSOSSEGAR COIMBRA E OS CONIMBRICENSES

Não nos podemos descuidar, em Coimbra, em relação a eventos que podiam estar na nossa cidade até pela centralidade que temos. É o caso destes dias (de hoje até domingo) do Games Week, em Lisboa, transformados numa grande convenção portuguesa de videojogos, tecnologia e entretenimento. Segundo a própria organização relata é um acontecimento composto por diversas atividades. Quem visitar o certame terá a oportunidade de experimentar as mais recentes novidades da indústria do

Nas margens do Ceira

Na manhã, soalheira e fria, do dia 6 do mês que decorre tive necessidade de viajar entre a Figueira da Foz e Coimbra com regresso à primeira destas cidades. Optei pelo transporte ferroviário que me era habitual até há poucos anos. Em boa hora o fiz. Fui surpreendido pelas modificações operadas na estação da Figueira. Bar, espaço para venda de revistas e jornais, acomodação de passageiros tudo foi alterado para melhor. A brisa

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O CASO PANTEÃO “SUMMIT” Inqualificável falta de respeito com a memória e a história nacional, sancionada por uma lei mal formatada e adaptada, que permitiu a realização não só deste evento mas também de outros do mesmo tipo ou ainda piores (pelo que se vai sabendo). Indesculpável o sacudir da água do capote por parte dos responsáveis ministeriais, tanto dos que estão em exercício como daqueles

Fases do Amor

A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade.” – Sigmund Freud É necessário estar atento aos defeitos das virtudes. Muitas pessoas sempre responsáveis, por exigência das situações, e até pela sua propensão para o comando, tais como professores, militares, polícia, progenitores, patrões, etc, usam e abusam do poder. Habituam-se a essa

António Menano na Business School de Coimbra

A pintura de A. Menano não se insere na definição tomista o “Belo é tudo que agrada à vista” porque não tem a predisposição para uma ordem estética imediata, de agradar no intuito compreensivo do objeto da coisa bela, e revela parte do “existente”, com elementos inacabados, que se desarticulam, e se juntam num mundo onírico deste artista escritor, historiador, poeta, onde a pintura é a consonância inteligível, mas o valor intrínseco está presente em

COMBOIO DA LOUSÃ: O TABU

Li, no início desta semana, um texto de opinião inserido no jornal DIÁRIO DE COIMBRA com o título METROBUS: O TABU. É autor da opinião o engenheiro MÁRIO TELES que mostra estupefação pelo facto de os executivos municipais de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã quase não terem falado do Sistema de Mobilidade do Mondego durante a recente campanha eleitoral autárquica. No meu entendimento fizeram bem estes avisados autarcas ao silenciarem o que ainda não

Vontade de correr…

Há dias (re)encontrei-me com a Clarinha dos 8 anos. Foi uma fotografia (muito gira), que me esperava na casinha da Praceta, que motivou esta pequena viagem através da minha história. É impossível recordar a pequenina Clarinha sem passar por Podentes porque os sábados eram quase todos saboreados nesta nossa aldeia-berço. Em Podentes eu era (e sou) muito mais livre. Assim

Nota de Rodapé

COIMBRA CIDADE INSEGURA Um jovem foi espancado selvaticamente, por dois indivíduos de etnia cigana. Um caso sucedido à luz do dia, numa rua da cidade (Solum), na manhã do dia 01. As testemunhas oculares, como se se tratasse de um filme, assistiram à cena, gravaram-na, mas pouco terão feito para demoverem os criminosos. A polícia terá sido chamada de imediato. No entanto, o Comando Distrital da PSP ficava muito longe, bem como a Esquadra de Trânsito… a uns míseros cinco minutos. Fez lembrar o

Coimbra e a Cultura

A cidade morre aos poucos sem nenhuma reflexão da crítica estruturalista ou na anatomia da sua criação literária ou artística, e fecha-se nas obras literárias que vêm de fora e não há o acervo de sugestões imediatas a condizer com “Cidade Património Mundial” como fizeram outras cidades, nomeadamente Guimarães, Cidade da Cultura, numa interpretação erudita e popular. A cultura está muito molestada pelo poder político regido por um centralismo nefasto.

Testemunhos – Editorial Indignação

Persisto indignado com o que aconteceu a este país recentemente. Não suporto a ideia de que se queimou uma parte significativa: as suas matas, reservas de fauna e flora únicas, as suas aldeias, quase desertificadas onde só velhos indefesos viviam, mas carregadas de beleza rural e memórias indissolúveis de vida, as pequenas indústrias que ocupavam os poucos jovens resistentes a este interior transformado em periférico e desertificado. Não aceito que o fogo tenha penetrado nas