OPINIÃO

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PEREIRA MONTEIRO LANÇA LIVRO “RÁDIO EM ANGOLA”

O jornalista PEREIRA MONTEIRO (na foto) que durante vários anos trabalhou e liderou Programas e Informação na RDP/RTP/Coimbra lança, neste sábado, às 15 horas, dia 26, na CASA DA CULTURA desta cidade, um livro fundamental para compreender as sociedades angola e portuguesa do século XX. Perceber a História e a Contemporaneidade de ANGOLA, passa por interpretar o papel das dezoito rádios angolanas ao serviço das populações. O Autor, jornalista de referência, personalidade de esmerado sentido

NOTA DE RODAPÉ

FUTEBOLISMO – UMA NOVA RELIGIÃO? O funcionamento do universo futebol nas últimas décadas, não só em Portugal mas também em várias partes do globo, caminhou no sentido de se tornar uma religião populista, demagógica, fanática e perigosamente extremista. Vai longe o tempo em que o futebol se reduzia a entretenimento, recriação, competição saudável e espírito desportivo. Hoje é uma atividade económica pujante, capaz de mobilizar

Tertuliar

O Mondego, o mais belo e cantado rio português”, palavras do Dr. Paulino Mota Tavares que nos acompanham de Coimbra à Figueira da Foz, passando por… Castanheira de Pera. Castanheira de Pera??? Mas que Mapa é que consultaram?, alguém pergunta num sorriso. Será maio, a primavera, a Queima das Fitas, os aromas, as cores, as hortas e vinhedos a desenharem um novo mapa? Todos os caminhos

O crime é uma obsessão

Há uma profunda inquietação do mal que atravessa toda a sociedade e o crime nas mais variadas vertentes é uma situação existencial em sucessivas graduações no empobrecimento da interassimilação de tendências nobres e desenvolvem-se abismos na relação humana. Parece não haver artifício ao reconhecer que na vida social portuguesa o crime é moeda corrente para todos os gostos e está logicamente solidário com a intenção expressa de se lesar os outros,

A grande ilusão!

A melhor maneira que o homem dispõe para se aperfeiçoar, é aproximar-se de Deus.” – Pitágoras Quando era mais jovem e até mesmo já em criança, ficava angustiada com a questão da perfeição. Que grande ilusão! Como se entre nós, ela fosse possível, como

Vá à Fava… connosco

Sugiro aos nossos leitores que façam uma visita num destes domingos ao mercado da Tocha e avaliem o movimento que se gera em torno de quem vende e quem compra favas, batatas novas, alhos verdes com caule e folhas, cebolas da época, alfaces e claro está a imprescindível carne gorda – quanto mais gorda melhor – pois nela vai estar a delícia de um prato que por este tempo é do domingo, da semana e

Mudanças na paisagem

A primavera parece finalmente ter chegado, no entanto mestiçada por uma invernia prolongada, que se faz sentir a cada chuvada que cai seguida de uma aragem fria. Em ano de “muita parra e pouca uva”, os aldeões metem as mãos à cabeça, desejando que o bom tempo perdure para continuar as sementeiras, mas parece que é “sol de pouca dura”, aborrecendo assim estes homens do campo que se veem obrigados a abandonar aos poucos a continuação da safra de uma

O pintor que cantou Coimbra

Rui Lecuoná sabe aguarelar num tom que parece fácil, como puro engano, já que sabe auscultar bem a fisionomia das coisas e dos seres, parte de dentro para fora, trabalha a aguarela antropologicamente, ora em tons esboçados mas firmes e ora em quadros mais profundos, uns espontâneos nos pormenores e ora no embate das perspetivas que carateriza o seu ponto ético de responsabilidade, tal como se nota nesta sua primeira exposição em Coimbra e dedicada à cidade do Mondego. Visão pormenorizada

TESTEMUNHOS – À Lúcia e aos demais

Abraço todas as meninas e meninos que celebram, no presente ano de 2018, quatro «aninhos». Estendo a todos eles os desejos que transmiti à minha neta, que plasmados estão, nos versos, mal trajados, abaixo representados. Parabéns amigas e amigos, juventude nascente, adultos do amanhã. Vocês vão empurrar, este país, para se alcançar uma vida, para todos, digna, mais igual, limpa de corrupção, e, detentora de valores cívicos bem diversos dos que se vivem hoje. Aprendam a ser diferentes, desde os

Nas Margens do Ceira

Creio que em 1960, integrado no programa das Festas da Cidade, a Comissão Municipal de Turismo de Coimbra, a que presidia o Dr. Manuel Chaves e Castro, promoveu a realização de um Cortejo denominado do Trabalho. Foi um espetáculo que proporcionou horas de enorme agrado aos muitos milhares que assistiram ao desfile pois eram de variada natureza os integrantes que incluíam atividades agrícolas, artesanato, comércio, indústria, danças e cantares. Tenho bem presente o espetáculo maravilhoso oferecido pelo então tão falado Rancho