Estatuto Editorial

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Estatuto Editorial em dez pontos

(Em cumprimento do disposto no número 4 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 85 – C/75, de 26/11)

  1. “O Despertar” viu luz a 2 de Março de 1917. Comemorou o seu 100.º aniversário. É o mais antigo jornal de Coimbra.
  2. Ao longo de toda a sua existência, “O Despertar” tem sido e continuará a ser um jornal de província, sem “a louca veleidade de se abalançar a grandiosas empresas ou arrogar eminentes virtudes”.
  3. Mantendo-se fiel aos princípios dos seus fundadores, procura seguir uma só norma, a da correção.
  4. Independente alheio às fações partidárias, louva tudo quanto entenda merecer louvor e reprova o que lhe pareça merecer reprovação.
  5. É inquestionável não só o carácter republicano que garbosamente continua a ostentar no seu cabeçalho mas também a defesa intransigente dos interesses legítimos de Coimbra – cidade, concelho, distrito e região.
  6. Portador do facho de progresso que lhe foi le­ gado “O Despertar” mantém (bem) viva a chama da determinação e da vontade, honrando as lições de homens dignos que foram grandes timoneiros deste jornal.
  7. Tribuna livre e plural, “O Despertar” reitera expressamente o compromisso de respeitar os princípios deontológicos da imprensa e a ética profissional, de modo a não prosseguir apenas fins comerciais, nem abusar da boa fé dos leitores, encobrindo ou deturpando a informação.
  8. Impregnado dos valores da Liberdade, Igualdade e Justiça Social, declara-se não-confessional e assume como necessária a abordagem dos temas de âmbito de caráter nacional ou internacional com especial relevân­ cia na vida dos Povos, sem prejuízo da sua essência regional e regionalista.
  9. Para seguir em frente, na áspera estrada do ver, “O Despertar” precisa, hoje mais do que ontem, do apoio dos seus leitores, assinantes, anunciantes, co­ laboradores e amigos – a quem “O Despertar” deve desde sempre a sua sobrevivência, em resultado do crédito de confiança que nunca lhe regatearam, fosse em que circunstância fosse.
  10. Crentes no futuro, como no início, em 1917 eis “O Despertar”, que recentemente assinalou o seu centenário. Com os olhos postos no futuro mas fiel aos valores dos seus fundadores e continuadores. A Honra e a Dignidade não têm preço, nem hiatos, nem prazos de validade. A Verdade tem hoje – em todas as linhas e páginas do jornal – a mesma forma que teve ontem e a que terá amanhã.

 

ANTÓNIO SOUSA E HERDEIROS, LDA.

ESTRUTURA DO CAPITAL SOCIAL

Relação dos titulares

– Lino Augusto Vinhal: 94%

Participação noutros órgãos de comunicação social:

Rádio Regional do Centro, Lda.: 80%

Rádio Soberania – Empresa de Radiodifusão, Lda.: 90%

Regivoz – Empresa de Comunicação, Lda.: 50%

Sociedade Editora Lafonense, Lda.: 50,92%

Divervouga – Diversões do Vouga, Lda.: 80%

 

– Miguel Pedro Correia: 2%

– José Joaquim Pedro Correia: 2%

– António Pedro Correia: 2%

 

FLUXOS FINANCEIROS

Capital próprio: 21890,87€

Passivo total: 54047,31€

Ativo total: 75938,18€

Resultados líquidos: 10844,72€

Resultados antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos: 13559,91€

Montantes totais dos passivos contingentes com impacto nas decisões económicas: 0,00€

Montantes dos rendimentos totais: 128219,13€

Montantes dos passivos totais no balanço: 54047,31€

Relação das pessoas singulares que representem mais de 10% dos rendimentos totais: não tem.

Relação das pessoas singulares ou coletivas que representem mais de 10% da soma do montante total de passivos no balanço e dos passivos contingentes com impacto material nas decisões económicas: “FIG – Indústrias Gráficas, S.A” – 32,24%

RESPONSÁVEL PELA ORIENTAÇÃO EDITORIAL E SUPERVISÃO DOS CONTEÚDOS DIFUNDIDOS

Zilda Monteiro

Estatuto Editorial em dez pontos

(Em cumprimento do disposto no número 4 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 85 – C/75, de 26/11)

  1. “O Despertar” viu luz a 2 de Março de 1917. Comemorou o seu 100.º aniversário. É o mais antigo jornal de Coimbra.
  2. Ao longo de toda a sua existência, “O Despertar” tem sido e continuará a ser um jornal de província, sem “a louca veleidade de se abalançar a grandiosas empresas ou arrogar eminentes virtudes”.
  3. Mantendo-se fiel aos princípios dos seus fundadores, procura seguir uma só norma, a da correção.
  4. Independente alheio às fações partidárias, louva tudo quanto entenda merecer louvor e reprova o que lhe pareça merecer reprovação.
  5. É inquestionável não só o carácter republicano que garbosamente continua a ostentar no seu cabeçalho mas também a defesa intransigente dos interesses legítimos de Coimbra – cidade, concelho, distrito e região.
  6. Portador do facho de progresso que lhe foi le­ gado “O Despertar” mantém (bem) viva a chama da determinação e da vontade, honrando as lições de homens dignos que foram grandes timoneiros deste jornal.
  7. Tribuna livre e plural, “O Despertar” reitera expressamente o compromisso de respeitar os princípios deontológicos da imprensa e a ética profissional, de modo a não prosseguir apenas fins comerciais, nem abusar da boa fé dos leitores, encobrindo ou deturpando a informação.
  8. Impregnado dos valores da Liberdade, Igualdade e Justiça Social, declara-se não-confessional e assume como necessária a abordagem dos temas de âmbito de caráter nacional ou internacional com especial relevân­ cia na vida dos Povos, sem prejuízo da sua essência regional e regionalista.
  9. Para seguir em frente, na áspera estrada do ver, “O Despertar” precisa, hoje mais do que ontem, do apoio dos seus leitores, assinantes, anunciantes, co­ laboradores e amigos – a quem “O Despertar” deve desde sempre a sua sobrevivência, em resultado do crédito de confiança que nunca lhe regatearam, fosse em que circunstância fosse.
  10. Crentes no futuro, como no início, em 1917 eis “O Despertar”, quase a entrar no seu 98.º ano de publicação ininterrupta, rumo ao centenário. Com os olhos postos no futuro mas fiel aos valores dos seus fundadores e continuadores. A Honra e a Dignidade não têm preço, nem hiatos, nem prazos de validade. A Verdade tem hoje – em todas as linhas e páginas do jornal – a mesma forma que teve ontem e a que terá amanhã.

 

ANTÓNIO SOUSA E HERDEIROS, LDA.

ESTRUTURA DO CAPITAL SOCIAL

Relação dos titulares

– Lino Augusto Vinhal: 94%

Participação noutros órgãos de comunicação social:

Rádio Regional do Centro, Lda.: 80%

Rádio Soberania – Empresa de Radiodifusão, Lda.: 90%

Regivoz – Empresa de Comunicação, Lda.: 50%

Sociedade Editora Lafonense, Lda.: 50,92%

Divervouga – Diversões do Vouga, Lda.: 80%

 

– Miguel Pedro Correia: 2%

– José Joaquim Pedro Correia: 2%

– António Pedro Correia: 2%

 

FLUXOS FINANCEIROS

Capital próprio: 21890,87€

Passivo total: 54047,31€

Ativo total: 75938,18€

Resultados líquidos: 10844,72€

Resultados antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos: 13559,91€

Montantes totais dos passivos contingentes com impacto nas decisões económicas: 0,00€

Montantes dos rendimentos totais: 128219,13€

Montantes dos passivos totais no balanço: 54047,31€

Relação das pessoas singulares que representem mais de 10% dos rendimentos totais: não tem.

Relação das pessoas singulares ou coletivas que representem mais de 10% da soma do montante total de passivos no balanço e dos passivos contingentes com impacto material nas decisões económicas: “FIG – Indústrias Gráficas, S.A” – 32,24%

RESPONSÁVEL PELA ORIENTAÇÃO EDITORIAL E SUPERVISÃO DOS CONTEÚDOS DIFUNDIDOS

Zilda Monteiro