Clube de Comunicação Social promove almoço solidário com a Casa dos Pobres

 Por Zilda MonteiroO Clube de Comunicação Social de Coimbra (CCSC) promove, na próxima quarta feira, dia 27, às 13h00, nas instalações da Praça do Comércio, um almoço solidário com a Casa d...
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Portugal dos Pequenitos há 70 anos a educar e a divertir

 Por Zilda MonteiroO Portugal dos Pequenitos comemora este ano 70 anos. Inaugurado a 8 de junho de 1940, este parque lúdico pedagógico é uma referência na cidade, no país e no mundo, fazendo par...
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Espaços culturais com “crescimento impressionante” em 2008

 Por Zilda Monteiro  Os números são “impressionantes” e não deixam margem para dúvida – “vale a pena apostar na cultura em Coimbra”. Mário Nunes traça um “balanço francamente pos...
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Novo comandante dos Voluntários toma posse domingo

 Por Zilda Monteiro  Fernando Manuel Pereira Nobre Ferreira, atual comandante interino, vai ser proposto domingo para novo comandante do Corpo dos Bombeiros Voluntários de Coimbra. Na corp...
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Tudo morre

 Por José Soares

Quem está ligado a pequenas associações cívicas, sem cobertura mediática, sabe quão difícil é manter estas em atividade. Cada vez mais as pessoas se mostram indisponíveis para darem um pouco do seu tempo em favor dos outros. Se estivermos um pouco mais atentos sobre o que se passa à nossa volta, de certeza que encontraremos clubes de bairro e associações que fazem um esforço imenso para se manterem ativos, ou pura e simplesmente já fecharam. Muitos dos que ainda se encontram de portas abertas, só o estão à custa dos carolas, normalmente sempre os mesmos.Mesmo grupos de grande visibilidade e até com alguma cobertura mediática, sofrem do mesmo efeito erosivo. Parece um vírus que atravessa toda a sociedade. É pena que assim seja, mas parece uma coisa inevitável.Recentemente o Conselho da Cidade de Coimbra foi também afetado pela mesma doença. A indiferença e a indisponibilidade das pessoas, também bateu à porta desta associação cívica. Criada em 2001 por 44 associações e cidadãos individuais e apadrinhada por Boaventura Sousa Santos e Vital Moreira, após o Congresso da Cidade organizado pela Associação Cívica Pró-Urbe, nem assim parece resistir à indiferença da própria cidade e dos seus cidadãos. Ninguém parece disposto a tomar o lugar de José Dias, que já há uma ano terminou o seu mandato, sem que tenha aparecido alguém para o substituir.É mais forte que o destino – tudo morre. Há associações e grupos cívicos que nascem sem qualquer sustentabilidade ou razão de ser. Outros porém, são alicerces fundamentais numa sociedade. Mesmo sendo importantes, acabam por morrer e, para contrariar esta tendência, só com um empenhamento mais efetivo dos jovens. Sem eles, nada tem futuro. Era bom que também eles tivessem consciência disso.