Parque Inter-geracional de Chaves já abriu em Eiras

A população de Eiras, e não só, já pode usufruir do novo espaço de lazer da freguesia. Inaugurado no domingo, Dia de Santiago e Dia da Freguesia, o Parque Inter-geracional de Chaves, situado jun...
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Inauguração da nova Casa dos Pobres prevista para 25 de setembro

 Por Zilda MonteiroSe tudo correr como previsto, as novas instalações da Casa dos Pobres de Coimbra, situada na Quinta do Cedro, em S. Martinho do Bispo, devem ser inauguradas a 25 de setembro. ...
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Feira Popular até domingo na Praça da Canção

 Por Zilda MonteiroSe ainda não visitou a Feira Popular, a decorrer no Parque Verde, ainda pode fazê-lo até ao próximo domingo. Este evento tem atraído milhares de visitantes e José Simão, pre...
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Festa da Esteira este fim de semana em Arzila

Por Zilda Monteiro Promovido pelo Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila, a “Festa da Esteira, outro Artesanato e Doçaria” decorre amanhã e domingo no adro da Igreja de Arzila. Trata-se...
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Tudo morre

 Por José Soares

Quem está ligado a pequenas associações cívicas, sem cobertura mediática, sabe quão difícil é manter estas em atividade. Cada vez mais as pessoas se mostram indisponíveis para darem um pouco do seu tempo em favor dos outros. Se estivermos um pouco mais atentos sobre o que se passa à nossa volta, de certeza que encontraremos clubes de bairro e associações que fazem um esforço imenso para se manterem ativos, ou pura e simplesmente já fecharam. Muitos dos que ainda se encontram de portas abertas, só o estão à custa dos carolas, normalmente sempre os mesmos.Mesmo grupos de grande visibilidade e até com alguma cobertura mediática, sofrem do mesmo efeito erosivo. Parece um vírus que atravessa toda a sociedade. É pena que assim seja, mas parece uma coisa inevitável.Recentemente o Conselho da Cidade de Coimbra foi também afetado pela mesma doença. A indiferença e a indisponibilidade das pessoas, também bateu à porta desta associação cívica. Criada em 2001 por 44 associações e cidadãos individuais e apadrinhada por Boaventura Sousa Santos e Vital Moreira, após o Congresso da Cidade organizado pela Associação Cívica Pró-Urbe, nem assim parece resistir à indiferença da própria cidade e dos seus cidadãos. Ninguém parece disposto a tomar o lugar de José Dias, que já há uma ano terminou o seu mandato, sem que tenha aparecido alguém para o substituir.É mais forte que o destino – tudo morre. Há associações e grupos cívicos que nascem sem qualquer sustentabilidade ou razão de ser. Outros porém, são alicerces fundamentais numa sociedade. Mesmo sendo importantes, acabam por morrer e, para contrariar esta tendência, só com um empenhamento mais efetivo dos jovens. Sem eles, nada tem futuro. Era bom que também eles tivessem consciência disso.