Parque Inter-geracional de Chaves já abriu em Eiras

A população de Eiras, e não só, já pode usufruir do novo espaço de lazer da freguesia. Inaugurado no domingo, Dia de Santiago e Dia da Freguesia, o Parque Inter-geracional de Chaves, situado jun...
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Inauguração da nova Casa dos Pobres prevista para 25 de setembro

 Por Zilda MonteiroSe tudo correr como previsto, as novas instalações da Casa dos Pobres de Coimbra, situada na Quinta do Cedro, em S. Martinho do Bispo, devem ser inauguradas a 25 de setembro. ...
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Feira Popular até domingo na Praça da Canção

 Por Zilda MonteiroSe ainda não visitou a Feira Popular, a decorrer no Parque Verde, ainda pode fazê-lo até ao próximo domingo. Este evento tem atraído milhares de visitantes e José Simão, pre...
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Festa da Esteira este fim de semana em Arzila

Por Zilda Monteiro Promovido pelo Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila, a “Festa da Esteira, outro Artesanato e Doçaria” decorre amanhã e domingo no adro da Igreja de Arzila. Trata-se...
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Fechar portas

 Por José Soares

Na semana passada, abordei uma questão que é cada vez mais evidente e preocupante – há um desinteresse generalizado pela participação cívica em associações ou clubes desportivos, recreativos ou culturais. No próprio dia em que saiu o meu artigo – “Tudo morre” –, tive conhecimento que mais uma associação ia fechar portas: Associação de Antigos Alunos da Escola Profissional de Agricultura de Semide (AAAEPAS), de Miranda do Corvo. Fundada em 1985, não conseguiu resistir ao desinteresse dos antigos alunos daquela importante escola e o resultado foi a decisão, tomada em assembleia geral, de encerrar portas. Uma das pessoas que estava na direção (presidida por Manuel Pereira) era o meu pai, José Soares, que, aos 82 anos, achou que era altura de dizer basta e de por fim à sua desinteressada colaboração. Ficou triste com o desfecho e por não haver jovens que queiram prestigiar uma escola que contribuiu e contribui, para a formação de jovens carenciados.Uma outra organização que parece condenada a fechar portas, é a Associação de Moradores do Bairro António Sérgio (AMBAS), de Coimbra. Este bairro, situado entre o Bairro do Ingote e o Bairro da Rosa, pior localização era impossível, precisava duma associação forte e com uma mobilização dos seus moradores. Estes parecem não entender a importância de estarem organizados. Isolados nada conseguem; organizados e unidos, ainda poderão mostrar alguma força junto das instituições (Governo Civil, Câmara Municipal, Junta de Freguesia, Polícia de Segurança Pública, etc.). Os moradores não se organizam e a direção da AMBAS tem-se mostrado incapaz de inverter a situação, mobilizando quem quer que seja. No último ato eleitoral, já nem se apresentou qualquer lista, pelo que também a AMBAS corre o risco de encerrar portas, dado que na prática todos os órgãos sociais encerraram a sua atividade, esperando os moradores alguma informação da comissão administrativa entretanto formada.Termino com a ideia que expressei no último artigo: “É mais forte que o destino – tudo morre. Para contrariar esta tendência, só com um empenhamento mais efetivo dos jovens. Sem eles, nada tem futuro”.