Casa do Juiz inaugura domingo novas instalações

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A Casa do Juiz vai inaugurar, no domingo (1 de julho), às 10h30, as suas novas instalações. Esta instituição particular de solidariedade social sediada na Quinta de Nossa Senhora da Graça, na Estrada de Bencanta, em Coimbra, terminou a terceira e última fase de construção, apresentando-se agora com mais 23 novos quartos, áreas técnicas, auditório com 200 lugares e capacidade máxima de 220 pessoas, salas de reuniões e salas de refeições com amplos espaços.

No total, passa a dispor, em apoio social, de 30 quartos para juízes, familiares e utentes em geral, tendo sido oficializado um protocolo com a Segurança Social.

A cerimónia inaugural vai ser presidida pelo presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Conselheiro António Henriques Gaspar, e conta, entre demais convidados, com a presença do presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) e da Casa do Juiz, Manuel Soares.

De acordo com a instituição, a obra “foi construída sem qualquer apoio público ou privado, exclusivamente fruto do trabalho gratuito e das quotas e donativos dos juízes”.

O programa de domingo começa com a celebração de missa na Capela da Casa do Juiz, às 10h30. Continua com a inauguração das novas instalações, às 11h15, seguindo-se um concerto pelo Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra. Termina com um almoço, no restaurante das novas instalações, a partir das 13h15.

A Casa do Juiz foi fundada a 16 de julho de 1997 para responder a necessidades sociais e culturais dos juízes, identificadas a partir da experiência de trabalho associativo na ASJP. A associação ficou sediada na Quinta de Nossa Senhora da Graça, numa propriedade adquirida com o objetivo de aí edificar a sua sede social e as instalações de apoio à sua atividade. A Casa do Juiz tem como objetivos a “proteção dos seus sócios e respetivos cônjuges na velhice e na invalidez, o apoio aos familiares dos sócios em caso de morte destes, o desenvolvimento de atividades de carácter científico e cultural e o apoio aos interesses sociais e profissionais dos juízes”.